HDUM arco: Capítulo 20

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Matadora de deuses!


 


Estávamos na frente da Guilda selando os cavalos, preparando para a viagem até Elegast. Lá no alto o sol se escondia atrás de uma espessa cortina de nuvens escuras. Mia farejava o ar, sentindo a mudança repentina do tempo.


“Vai chover, Lyam” disse ela ajeitando seu manto roxo sob a jaqueta escura.”Tem certeza que quer viajar com uma chuva vindo?”


Montei o corcel de pelo marrom escuro, me ajeitei na sela, enquanto verifiquei meu cinto escuro com Solitária firmemente presa e vários bolsos mágicos de alto níveis anexados. Diferente do habitual eu vestia armadura leve de couro escuro, apropriado para longas viagens – viajar com uma armadura pesada iria apenas prolongar a viajem além de deixar o cavalo mais exausto.


Olhei para o céu escuro. No horizonte em direção da floresta havia caído um raio. Sofie olhava como se fosse um sinal de mau agouro. Não me importava com o tempo fechado.


Era apenas a forma tímida de Aayós festejar minha primeira viagem.


“Não há problemas” respondi vendo Desy habilmente montar seu corcel marrom. Seus olhos lilases eram mais sedutores com o tempo fechado.”Mesmo se fomos pegos por uma forte chuva posso construir um abrigo com habilidade ativa Criação de Labirinto Lv.6.”


Mia assentiu com a cabeça. Logo montou seu corcel.


“Eh?!!” gritou Sofie nos encarando.”Cade meu corcel?!”


“Me desculpe, Sofie” disse suprimindo uma risada.”Mas não conseguimos encontrar um pônei para você montar!”


Eu ri.


“G-garotinho!!!!” guinchou ela furiosa.


Ofereci a mão.


“Venha, você vem comigo” eu disse com um sorriso, ignorando sua cara irritada.


Sofie resmungou meia duzia de palavras até aceitar. Puxei para cima colocando na minha frente – uma ótima posição se quer saber.


“Vamos partir!” eu disse com um grito, lançando um último olhar para a mansão sede da Guilda Ragnarok.


Segurei firme a rédea do corcel conduzindo-o para frente. A rua de pedra estalava sob os casco dos corcéis. Lentamente, passamos pelas ruas e praças, seguindo em direção a ponte levadiça.


Os mesmos soldados que guardavam a entrada de Elba no dia que cheguei na cidade, estavam lá, me lançando olhares ferozes, nos seguindo com olhos hostis. Havia uma sugestão de sorriso em seu rosto, no mesmo instante tive um mal pressentimento.


Aproximei do corcel de Mia e falei em um tom baixo:


“Parece que estão tramando algo.”


Discretamente, olhei para a flâmula azul, tremulando com o vento forte. Soldados se movimentavam estranhamente, seguindo cada movimento nosso com olhos atentos.


“As movimentação dos guardas é estranha” ela respondeu em um sussurro baixo, olhando a estrada em frente.”Conheço alguns rostos, a maioria deles servem diretamente a casa nobre StoneBroken.”


Passamos em silêncio pelos viajantes e as caravanas cheias de novos produtos.


“Uma emboscada preparada por Willian da casa nobre StoneBroken?” perguntei.


“Muito provável”confirmou Mia.


“Não creio que ele seria tão estúpido a ponto de nos emboscar” disse Sofie com um resmungo baixo. “Nossa Guilda e bem influente, apoiada pela associação dos aventureiros e a Casa dos Leilões de Elba, é também, temos o anel de Louise que nos garante apoio da santa igreja de Freyr.”


“A estrada adiante e perigosa, poucos viajantes, ótimo local para uma emboscada” disse Desy em um tom monótono.”Pelo que ouvi falar, Willian foi punido por seu pai, Lorde Max StoneBroken, após você expor sua incompetência como comandante. Nobres tão valor a sua honra cima de tudo, e sem dúvidas Willian irá tentar recuperar sua honra trazendo sua cabeça para seu pai.”


Havia sabedoria em suas palavras.


Em meu campo de visão notei inúmeros aventureiros seguindo em direção a floresta. Todos bem equipados, animados, com a exploração do labirinto da floresta iniciante.


“Conseguiu quantos por cada labirinto?” perguntou Sofie se encostando preguiçosamente em mim.


“8.650.000 de ouro de Aayós para cada labirinto, no total ganhei 17.300.00 de ouro de Aayós” respondi indiferente.”Praticamente dei de graça os dois labirinto, calculo que no minimo cada um deve valer 30.000.00 a 50.000.00 de ouro de Aayós!”


“Eh?!” gritou surpresa.


“Não me importo com o valor baixo, ouro não é meu principal objetivo. Vou espalhar meu nome aos quatro ventos e construir inúmeros labirintos por Aayós. Dessa forma subirei de nível tão rápido quanto um relâmpago!”


Quilômetros a frente a paisagem mudou de colinas verdejantes para campos vasto de plantações de trigo. Não muito distante havia aldeias próxima dos grandes moinhos de vento. Camponeses nos lançavam olhares cautelosos e ao mesmo tempo curiosos, enquanto executam suas atividades diária.


Após cinco horas a cavalo. A paisagem mudou. A estrada era acompanhada por altos pinheiros. No horizonte se erguia uma cadeia de montanhas cinzentas, picos pontudos, e grandes desfiladeiros. Um grande rio vindo do norte contornava a cadeia de montanhas seguindo para o sul.


Contemplando aquele novo cenário, meus olhos cintilavam de emoção.


“Aquelas são as montanhas Dolkon e o rio que as contorna Skjed” esclareceu Mia, já prevendo minhas perguntas.”Vamos seguir as margem do rio Skjed em direção ao sul até contornamos as montanhas Dolkon, voltaremos a seguir a oeste até Elegast.”


Franzi o cenho.


“Não seria mais rápido cruzar as montanhas Dolkon ao invés de contorna-las?”


As três riram ao mesmo tempo.


“Depende de qual caminho você quer seguir” disse Sofie com uma risada.”Cruzar as montanhas Dolkon é um caminho rápido….”


Ela deixou a frase no ar.


“…Para o mundo dos mortos” completou.


“As montanhas Dolkon são território de dragões negros, crias de Nidhogg” explicou Mia.”Mesmo você, Lyam, não sobreviveria a um combate com um dragão negro, são poderosos demais.”


Por ter sido um dragão na vida passada. Não via os dragões com o mesmo temor que as garotas.


“Não os subestimes, Lyam” advertiu ela, me fitando com seus olhos verdes claros.


Assenti com a cabeça.


As nuvens se tornavam cada vez mais escuras conforme chegamos próximo do rio Skjed. Grandes pedras cinzentas em meio aos pinheiros se tornou cada vez mais numerosos.


Meus sentidos afiados captaram uma movimentação atrás de nos. Virei a cabeça usando o talento inato Visão Soberano Lv.5. Havia 30 cavaleiros trajados com armaduras prateadas e capaz escuras, portando longas lanças.


Os liderando havia um nobre esnobe, Willian, trajado em uma pomposa armadura de prata.


“Há uma hora de distância Willian e seus cavaleiros estão seguindo em nossa direção” eu disse lhes.


“Vamos os interceptar” disse Mia.


Balancei a cabeça.


“Se terminar tão rápido não vai ter graça” eu disse com um sorriso sinistro.”Vamos seguir um ritmo lento, assim que entramos em sua linha de visão aumentamos o ritmo, apenas o suficiente para deixar um espaço entre nos. Vamos deixar ele pensar que estamos com medo, que fomos encurralados. Quando ele achar que vai realizar sua vingança, vou destruir seus sonhos!”


“Mestre, quando terminar posso ficar com os corpos?” perguntou Desy.


“Claro que pode!” respondi com um sorriso.


“Obrigado, mestre!” agradeceu ela com olhos cintilantes.


Sofie suspirou.


“Vocês dois tem problemas sérios na cabeça.”


Logo eles nos alcançaram.


………………..


Willian cavalgava bem atrás de nos. Gritando insultos, enquanto os cavaleiros discutiam animadamente por qual das garotas começariam primeiro.


“Você tem que concordar com algo” eu disse em um grito, formando um sorriso zombeteiro.”Em questão de nobreza e aparência, eu sou melhor do que você!”


Seu rosto se contorceu de raiva, berrou:


“Você, um bastardo plebeu, como ousa se achar melhor do que eu?!”


“Não sou eu quem ousa, mas sim as mulheres, que apreciam minha beleza, e fogem do seu rosto como se estivessem diante de um Orc fedorento!” berrei de volta, aumentando sua fúria.


A nossa frente, uma escura cortina de chuva se deslocava em nossa direção. Conjurei barreiras ao nosso redor, nos protegendo da chuva pungente. Os cavaleiros se encolheram com a chegada torrente de água fria.


‘Vamos deixar a perseguição mais interessante! 「Lágrimas de Hóder」!”


A chuva cessou sob a região. Todos cavaleiros soltaram suspiros de alivio. Mas logo seus rostos se tornaram brancos, quando viram que torrente de água fria se tornou uma chuva de pedras de gelo. Levantaram seus escudos se protegendo da chuva de gelo, cada impacto, amassava o escudo dos cavaleiros, deixando seus braços dormentes. Os cavalos se tornaram agitados, derrubando seus cavaleiros na poça de lama na estrada de terra.


Várias pedras de gelo acertaram o elmo de Willian, amassando-o, dando uma coleção de hematomas roxos do tamanho de maçãs.


Lágrimas de Hóder é uma Magia Nefilim Lv.4 que produz uma chuva de gelo por vinte segundos. Magia poderosa porém havia a necessidade de um tempo chuvoso. Poderia os matar com essa magia, porém, era muito cedo para encerrar a diversão.


A chuva de gelo cessou, voltando a ser uma torrente de chuva.


Os cavaleiros tinham uma aparência horrível, caras inchadas, alguns com ossos quebrados, sangrando, misturando-se com a lama. No horizonte relâmpagos rasgavam os céus, seguido por estrondo de trovões que faziam o céu tremer. Era tudo muito bonito, encantador, mas também perigoso.


Estávamos no meio de uma tempestade.


Conjurei uma barreira ao redor dos cavaleiros, os protegendo a chuva, desmontei o corcel, caminhei até Willian caído em uma poça de lama. Tentou se levantar, me encarando com olhos furiosos.


“「Pressão」!”


O corpo dele foi pressionado contra o chão por uma força invisível. Sua cara mergulhou na lama, gentilmente segurei seus cabelos cor de cobre, puxando para fora da poça de lama – com a pressão não deve ser uma dor agradável. Era como se eu estivesse arrancando seus cabelos.


“Salvei, sua vida, mereço uma agradecimento, certo?”


“Vai se %@#@#!” berrou ele, uivando de dor.


Suspirei, soltando seu cabelo deixando se afogar na poça de lama.


Puxei de volta sua cabeça.


“Vamos, me agradeça por te salvar.”


Seus rosto se contorcia de dor.


“Seu filho da mãe, eu vou….Ughhh….” voltei a deixar sua cabeça dentro da poça de lama.


Os cavaleiros estavam atordoados. Aqueles que se recuperaram tentaram fugir, correndo, afundando suas botas metálicas na terra lameada. Tropeçando, caindo de cara nas poças de lama.


“Álfar, os impeça de fugir!”


Álfar se materializou ao meu lado, revelando seu enorme corpo – maior do que um cavalo – e longas asas com vários metros de envergadura. Soltou um rugido, bateu as asas voando em direção da direção da saída, bloqueando quase a estrada inteira.


Roaaarrrr


Álfar soltou um rugido agudo, paralisando os cavaleiros em seus lugares.


“Aonde havíamos parado?” perguntei.”Ah, sim claro, parei no momento em que você me agradece por salvar sua vida, certo?……..Nenhum obrigado?……Certo, Willian sabia que sob a magia pressão eu posso aumentar ou diminuir a pressão qualquer área do corpo humano? Não sabia? Vou te mostrar.”


Aumentei「Pressão」sob suas pernas. O tamanho da pressão era tanto que as botas metálicas começaram a amassar. Ele uivou de dor, berrando, depois chorando como um garotinho, até esmagar completamente suas pernas.


“Tão rápido?” olhei estupefato para ele.”Me desculpe, Willian, esqueci como o corpo repulsivo de uma barata é frágil.”


“M-me perdoe…” uivou ele, se contorcendo de dor.”Me perdoe, me perdoe, me perdoe!”


“Te perdoar?” balancei a cabeça.”É tarde demais. Vocês e seus cavaleiros estavam planejando fazer atos horríveis com meus amores, e eu não perdoo quem pense em machuca-las.”


Meu rosto se tornou frio, perdendo qualquer traço de bondade. Materializei minhas asas azul cristalino e a coroa de gelo santo. Conjurei um imponente trono de gelo, flutuando no ar, me sentei confortavelmente, olhando para cima de todos.


“「Inverter gravidade」!”


A gravidade foi invertida fazendo os cavaleiros e Willian flutuarem no meio do ar. Conjurei novamente「Pressão」sob todos. Concentrei a pressão sob as pernas de Willian, puxando para baixo, rasgando lentamente cada músculo, nervo, ossos, maximizando a dor o máximo possível.


Enquanto suas pernas eram rasgadas, ele havia se molhado, e todos cavaleiros tinham rostos pálidos, vomitando no meio do ar – que flutuou acertando o rosto de outros cavaleiros.


“Ora, ora, ora. meus caros amigos, como devemos nos divertir?” perguntei aos cavaleiros.


Em meus olhos, queimava uma fúria gélida, impiedosa como uma nevasca.


Iniciamos nossa diversão.


……….


Horas mais tarde.


A chuva prosseguia violentamente fora da barreira. Desy recolhia os corpos disformes como materiais para a criação de mortos-vivos. Em seu rosto era possível ver um leve sorriso.


Fitei a tempestade selvagem lá fora. Dezenas de raios azuis marcavam o horizonte, causando incêndios em bosques, para serem apagados pela chuva fria.


Era impossível prosseguir.


“Vamos fazer uma parada até a tempestade passar” disse Mia ao meu lado.


Assenti com a cabeça.


Tirei da bolsa mágica seis pedras níveis raro. Mentalmente construir uma torre de três andares, mobília, e outros detalhes para tornar o mais confortável possível. Atirei as pedras nas enormes pedras cinzentas ao lado da estrada barrenta. No mesmo instante uma torre de pedra com três andares apareceu aonde havia apenas pedras.


Acima da porta estava um placa requintada com o desenho de um lobo negro, escrito: labirinto pousada do amor.


Levamos os corcéis até a torre, deixando-os no primeiro andar da torre – um vasto estábulo. No segundo andar era uma vasta sala dominado por ricas tapeçarias, sofás próximo de uma lareira, e uma única e imensa cama.


“Porque uma única cama?” perguntou Sofie.


“Porque obviamente vamos todos dormir juntos” respondi com um leve sorriso, nada malicioso.


Subimos as escadarias para o terceiro andar, revelando uma enorme piscina de água quente, e outras piscinas menores e banheiros particulares para as necessidades de cada um.


Como tudo isso é possível?


Eu não faço a minima ideia. Para mim é simples, eu penso, minha magia e usada nas gemas mágicas,jogo as no chão, é pronto, você tem um labirinto.


Fácil, rápido e simples.


Retirei meus equipamentos, ficando nu, pulei na piscina de água quente.


“Venha garotas, vamos limpar nossos corpos!” eu gritei.


Sem hesitar, Desy retirou todas suas vestes entrando calmamente na piscina de água quente. Mia e Sofie pareciam espantadas, pela facilidade dela se despir diante de mim – para mim não é nenhuma surpresa, já que fizemos coisas bem mais vergonhosas e intensas.


“F-feche os olhos!” guinchou Sofie.


“Certo, vou fechar os olhos” eu menti.


Sofie retirou seu manto e a túnica branca por baixo, e as roupas íntimas. Seu corpo era esbelto, traços finos e pequenos seios. Mia retirou suas vestes, deixando exposto seus voluptuosos seios e corpo cheio de curvas de tirar o fôlego.


Eu estava babando.


“S-seu idiota, quem mandou abrir os olhos!” Sofie gritou encabulada.


“Me perdoe, mas seria um crime imperdoável seu não olhar para seus belos corpos nu!”


“S-eu mulherengo!” guinchou ela avançando para cima de mim, acertando meu peito com seus punhos pequenos.”N-não vá dizendo coisas tão vergonhosas facilmente!”


Eu ri.


“Me perdoe…..” parei a frase ao ver as costa dela.


Nas costa de Sofie havia uma coleção de cicatrizes, provocados por chicotes. Eram inúmeros, marcados na pele branca dela.


Meu coração se encheu de fúria.


“Lyam, se acalme não a necessidade de ficar furioso por causa dessas cicatrizes!” disse ela calmamente.


“Me acalmar?” eu disse trincando os dentes.”Como? Como posso me acalmar após ver essas marcas em sua pele divina? Minha mente só consegue ver o sofrimento que você passou…..”


Sofie me beijou. Seus lábios suaves apertados contra os meus. Sua pequena língua invadiu minha boca, na procura da minha, dançando calmamente, preenchendo meu coração de tranquilidade. Enquanto podia sentir seus pequenos seios pressionado contra meu corpo.


Meus braços a envolveram em um abraço apertando, desfrutando daquele beijo mágico. Beijo apaziguador.


Sofie separou nossos lábios, deixando um fio de prata. Em seu rosto havia um sorriso maroto, cheio de charme, e as maçãs do rosto eram puro vermelho.


“Está calmo agora?” perguntou ela melodicamente. No mesmo instante seus olhos brilharam de surpresa.”V-você se tornou um elfo?!”


Era verdade. Meu rosto havia se tornado insuportavelmente mais belo e meu corpo se tornou esbelto, minhas orelhas eram longas e pontudas.


“Ah, é um talento inato que eu possuo….Uma longa história….Me beije novamente e vou retornar minha aparência anterior.”


Sofie me olhava encantada, parecia que a aparência de elfo tinha uma grande efeito sob ela. Puxei para meus braços, beijando, desfrutando dos seus lábios macios. Retornando minha forma original.


Virei seu corpo para outra direção e coloquei uma mão sob suas cicatrizes.


“O-oque está fazendo?!” perguntou ela assustada.


“Vou curar essas cicatrizes de seu belo corpo, minha lua” eu disse.


Sofie ficou em silêncio.


Minha palma emanou um fogo branco, santo e gélido ao mesmo tempo. Conjurei a Magia Nefilim Lv.5「Chamas renovadoras」, todo seu corpo foi engolfado pelas chamas brancas, renovando sua pele, curando qualquer doença ou maldição. As chamas desapareceram, revelando Sofie com a pele brilhosa, mais suave e delicada. Seu charme era arrebatador.


“Não posso curar as cicatrizes do seu coração. Mas posso cuidar do seu corpo, curando as cicatrizes visíveis” eu disse com uma voz suave.


Sofie se virou para mim, com um belo sorriso encantador.


“Magia pode criar milagres, mas nunca vai curar um coração cheio de cicatrizes” ela disse me encarando com seus belos olhos âmbar.”Existe apenas uma energia que pode curar um coração cheio de cicatrizes.”


Segurei seus ombros.


“Me diga que energia poderosa é essa, e eu vou domina-lá para curar seu coração!” disse com um semblante sério.


Era riu gostosamente.


“É impossível domina-lá” disse ela.”É nem e preciso domina-lá, Lyam, porque você já possuir essa energia, esse sentimento que pode curar as mais profundas cicatrizes da alma. É o amor, seu bobo, o amor consegue realizar milagres, e um deles foi curar meu coração.”


Suas pequenas e suaves mãos pousaram sob meu peito, senti um calor agradável. Pousei minha mãos sob a sua transmitindo meus sinceros sentimentos.


“Você tem meu coração, meu amor, então cuide bem dele, certo?” disse ela com uma piscadela.


Eu assenti com um sorriso sincero.


Então me lembrei de algo importante.


“Seu corpo também está junto com o pacote?” perguntei sinceramente.”Se estiver posso cuidar bem dele hoje a noite!”


Os lábios dela tremeram, um sorriso estranho surgiu.


“Cuide disso!” gritou ela.


“D-do que……Ahgh…” Sofie me acertou com uma joelhada naquele lugar sensível.


“Morra seu lixo, pervertido, mulherengo!”


Prefiro morrer uma terceira vez do que sentir aquela dor.


Sofie era cruel!


……………….


Era noite.


Acordei assim que as três estava dormindo profundamente. Apertei alguns peitos para verificar se estavam realmente dormindo. Ao me certificar que estavam dormindo, me esgueirei para fora da cama. Vesti uma simples túnica para cobrir minha nudez.


Materializei minhas asas e a cora de gelo santo. Usei Magia Nefilim Lv.5「Teletransporte」, aparecendo acima da cidade Elba, bem no meio da tempestade. Ergui a mão esquerda, as chamas brancas engolfaram meu braço, no mesmo instante um trovão cortou os céu na direção do meu braço esquerdo.


Segurei o poderoso trovão, moldando-o em uma colossal lança, misturado com o fogo santo e Magia Arcana, criando a magia fusão mais poderosa criada até os dias de hoje.


Mirei sob a mansão da casa nobre StoneBroken.


“「Matadora de deuses」!”


Disparei a lança.


A chuva parou, os céus rugiram. Trovões rasgaram o céu, atingindo a Magia Fusão Lv.9「Matadora de deuses」, impulsionando e dando mais poder. A magia voou em direção aoa alvo, a terra tremeu, seguido por um clarão ofuscante, ventos sopraram furiosamente. Voltei abrir os olhos, vendo a reminiscência de um pilar de luz que cortou os céus, deixando uma imensa fissura fumegante aonde havia a mansão da casa nobre StoneBroken.


Naquela noite havia eliminando toda linhagem StoneBroken.


Não houve morador que não saiu de sua casa e contemplou a imensa fissura na terra.


“Algumas baratas a menos!” disse com certo prazer.


Me teletransportei de volta para o quarto, repousando nos braços de três belas mulheres.


Meu primeiro dia de viagem havia sido bem cansativo.


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