HDUM arco 2: Capítulo 26

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Magusgod: Capítulo curto e escrito em terceira pessoa mostrando o ponto de vista de Tio.
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Primeiro dos seis! (4 Parte Final)


 


Em toda Midgard.


De todas direções, da fronteira mais distante até os reinos vizinhos olharam para uma única direção.


Heróis e vilões, aventureiros e camponeses, sacerdotes e nobres, todos pararam seus afazeres e contemplou a pequena estrela cintilante e pulsante no horizonte.


Lágrimas de júbilo molhou a face de todos mortais.


Se ajoelharam e fizeram um prece para o novo deus desconhecido.


No subterrâneo de Elba, Tio martelava sem parar forjando novas armas para a Guilda Ragnarock.


Quando notou o nascimento de um novo deus no plano mortal, voltou seu olhar para oeste. Vendo através dos tijolos e os vastos quilômetros de terras, flutuando sob o pico de uma das montanhas Dolkon, o enorme dragão de escamas diamantes coberto com um fulgor dourado, como os raios resplandecentes do sol.


Suas asas projetavam sombras sob as montanhas próximas e auréola em forma de uma coroa imponente era coberto for um fogo dourado contínuo.


Sua forma era tão esplendoroso, que Tio ficou horas sem se mover um centímetro se quer, absorto na grandiosa forma do deus dragão celestial menor. Lembrou-se de uma época longínqua em que o primeiro dos seis caminhava entre os mortais trazendo paz e prosperidade.


Época em que ele forjava grandiosas armas para seu amado deus.


“Ah, porque tivesse que partir, grande pai?” Tio perguntou em um suspiro triste.”Quando governava toda Aayós, não havia guerras, fome ou injustiça. Todas raças o adoravam com fervor e confiavam seus destinos a ti, grande pai!”


O primeiro dos seis, foi chamado de grande pai por todas raças da época. Tio era um dos poucos imortais sobreviventes da era de ouro de Aayós, se escondendo entre os mortais, fugindo dos olhos dos deuses posteriores e das incontáveis guerras, até esquecerem do primeiro dos seis.


“Infelizmente seu destino não era permanecer nesse pequeno mundo. Abençoado seja você, grande pai, em sua jornada com os cincos grandes deuses, de cinco mundos diferentes. Em busca dos fragmentos virkelighet por esse vasto universo. Que um dia retorne e traga contigo os dias de ouro e fartura!”


O semblante de Tio era extremamente doloroso e sua voz nostálgica.


Quando viu Lyam pela primeira vez sabia que ele era como o primeiro dos seis e os outros cincos a passarem por Aayós.


Lyam era o sétimo, e seu grande pai agora era o primeiro dos sete.


Uma verdade que poucos sabem, e menos ainda sabem o significado oculto nesse número.


“O sétimo significa mudança, significa destruição, significa renovação. Ele carrega em si a ordem e o caos, nem bom e nem mal” Tio disse para si mesmo, lembrando as últimas palavras do primeiro dos seis.


Contemplou por mais alguns instante a forma de deus dragão celestial menor.


“O destino guia deuses e mortais de forma misteriosa. Quais eram as probabilidades de tu ascender a divindade aos pés da antiga cidade que foi o inicio de tudo? Sua sorte e maior do que o primeiro dos seis, e todos outros juntos, por ascender próximo da cidade que guardar a fonte da sabedoria, contendo verdades e poderes que até os deuses atuais desconhecem!”


Tio voltou a martelar e cantar com entusiasmo.


Naquele dias forças obscuras e maléficas, olharam preocupados para a estrela cintilante.


A ascensão de Lyam era algo que abalaria não somente céus e terras, mas todo o universo conhecido.


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